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domingo, 16 de outubro de 2011

Mantenha a Grã-Bretanha limpa (em ordem) - campanhas fortes e envolventes:

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Adorei essa:


Quanto mais o lixo estiver por perto, mais perto os ratos estarão de você:


Será que essa aqui funcionaria no Brasil? Eu acho que não!

Reciclando com Dona Seletiva

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O Cascão também já sabe...

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Até o rato já sabe!

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Tudo volta pra você

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Esse é infantil, no estilo "batatinha quando nasce"

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Pra quem não gostou do rap, tem o forró

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Jogar limpo com São Paulo também não seria nada mau...

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Turma da Mônica

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Pra decorar

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sábado, 15 de outubro de 2011

Porco

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É nóis mano véio

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Para incentivar o povo a jogar o lixo no lixo

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Latas de lixo na Inglaterra são tão educadas que agradecem

A ideia partiu da ONG Keep Britain Tidy (Mantenha a Grã-Bretanha Limpa) e a entidade Sing London, especializada em iniciativas descoladas na capital inglesa.

Serão 25 latas de lixo espalhadas a partir do próximo dia 13 que vão ficar em Londres, outras também serão instaladas em Liverpool e depois, em 2012, as cestas serão concentradas em Londres para as Olimpíadas.

As vozes serão de apresentadores, atores e atletas do país, mas também existirão “cestas temáticas”, como algumas em Liverpool – que vão ter a ver com Beatles, claro – e por região (por exemplo: esportistas irão falar gírias de atletas em cestas colocadas próximas de estádios). Outras irão contar com efeitos de palmas, “Aleluia” e até paródias musicais.

Tudo irá funcionar no momento em que a pessoa colocar o lixo na cesta, para dar um incentivo a pararem de jogar lixo na rua. Por aqui, onde há muito lixo na rua, qual seria o bordão/voz ideal para falar com quem joga lixo no lixo?

Fonte: http://eco4planet.uol.com.br/blog/2011/09/latas-de-lixo-na-inglaterra-sao-tao-educadas-que-agradecem/

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Chão sujo, casa suja

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Ontem fui a um café na Rua Camilo e havia um artista fazendo apresentação para as crianças. Ele brincou com eles mandando pronunciar "chão sujo, casa suja", porque falando rápido é um "trava-língua".

Depois lembrei de minha prima, que tira o sapato assim que chega em casa porque tem nojo da rua. E a empregada do vizinho, que pediu demissão de um apartamento na avenida Pompeia porque a mulher queria que ela lavasse as solas dos sapatos todos os dias.

Há alguns anos, quando chovia, eu costumava andar pelas calçadas sem sapatos, porque a enxurrada alagava tudo e era difícil caminhar com eles. Hoje eu jamais teria coragem de fazer isso, porque eu tenho nojo nojo nojo.

No Pacaembu não dá pra ficar sentado nos murinhos de concreto porque fedem a "mijo". Urina concentrada e misturada, grudada pelo sol. Urina de gente misturada com a de animais. E pela terra lateral, fezes. Pelo Morro das Cabritas também não dá mais pra ficar, porque virou a Praça dos Cães. Fezes humanas e de cães, moscas, restos, ratos. E é assim por todo lado que tenha um mato.

Chão sujo, casa suja. Chão sujo, cidade suja. Cidade porca. Gente porca. Desanima.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

A psicologia do atirador de lixo, parte 2

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Quem nunca fez alguma travessura na hora de atirar o lixo, que atire a primeira pedra. Hoje, quando cheguei em casa olhei na calçada e vi a sujeira de sempre. Lata, garrafa plástica, papel higiênico, fezes de cães, folhas, entre outros apetrechos.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O desrespeito ao Pacaembu e à cidade de São Paulo

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Neste sábado voltei ao Pacaembu para procurar meu guarda-chuva, perdido na reunião do Conselho de Segurança. Conversando com a responsável pela ronda fui informada que nenhum objeto fora encontrado naquela noite. Perguntei se não havia um setor de achados e perdidos. Ela ficou "perdida"...

Aproveitei para dar mais um passeio no Museu do Futebol e olhar com calma o que não tive tempo de ver da outra vez. Fiquei alguns minutos olhando o projeto do Complexo Esportivo do Pacaembu, de 1938. Os cálculos milimétricos estão nas plantas - que chegam a emocionar. Também tocam o coração a grandiosidade do evento de inauguração, o respeito que as pessoas tinham pela obra, pela cidade... O orgulho de estar ali, naquele local lindo, vivenciando um momento histórico para a cidade de São Paulo.

Saí de lá e fiquei olhando em volta, vendo os estudantes do Mackenzie batucando na praça, sem respeito algum pela vizinhança. O próprio Bar Brahma ao lado do Museu com grandes caixas acústicas tocando samba no último volume. Vários indigentes jogados no jardim sem que a GCM falasse nada. Aquele cheiro de cocô humano no mato, aquele fedor de fossa vindo dos ralos da praça. As fezes dos cães. O odor de urina grudado nas paredes das escadarias. O cheiro de mofo na sala da torcida do Museu do Futebol, com o orientador e o guarda parados ali, esperando pegar pneumonia.

Um carro passou a mil por hora na avenida, mas nem a CET nem a PM deram um "piu". Os ônibus de excursão que não podem estacionar na praça e têm que subir lá na avenida. Não seria melhor deixar os ônibus por ali, para que os motoristas pudessem urinar nos banheiros e não nos muros? O varredor que fica o tempo todo pra cá e pra lá pegando copinhos e lixos que jogam por todo canto. Mas depois pendura seus badulaques na árvore centenária: sacos, vassouras, baldes. Tudo.

Não fosse eu ficar esperta, teria gasto 8,90 num café no bar do museu. Dei uma nota de dez para pagar o café e recebi troco de cinco. Percebi a má vontade em acreditar em mim e esperei o fechamento de caixa para receber meus cinco reais.

Fui embora meio injuriada e ainda passei por mais um trecho encardido pelo cheiro de peixe que a feira deixou de lembrança. Perto da banca, marcas de vômito, certamente de um dos jovens (dentre os muitos) que se embriagam ali durante as noites. Fiquei pensando no tamanho do desrespeito àquela obra maravilhosa. E à nossa cidade, que merecia leis mais rígidas, pois tanta democracia já está cheirando mal.

*Nesse link algumas imagens da construção do Complexo Esportivo do Pacaembu http://mariolopomo.zip.net/arch2010-04-11_2010-04-17.html"

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Teste

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Há uns quatro dias alguém dispos várias portas de armário (brancas) na parede de uma casa aqui perto, que está fechada há anos. Em frente a essa casa fica a garagem de um prédio e nessa noite pensei em aproveitar aquelas portas para deixar uma mensagem educativa.

Quando anoiteceu eu peguei uma caneta pilot e escrevi bem grande em uma das portas:

NOSSA
RUA
ESTÁ
UM
LIXO

Hoje de manhã aquela porta não estava mais lá, mas todas as outras estavam.

Isso me leva a crer que as pessoas não querem resolver o problema do lixo. Se há tantos dias estavam abandonadas em pé, sem que ninguém mexesse nelas e quando apareceu uma mensagem educativa logo alguém tratou de sumir com ela (e certamente não foi quem jogou), é porque a situação do lixo nas ruas parece ser cômoda. As pessoas dizem que se importam, mas talvez não tanto. Porque quando pintar aquela reforma, aquele entulho, aquele trambolho, é muito mais fácil jogar numa cidade suja do que numa cidade limpa, porque no segundo caso logo vai aparecer. 

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Provador com simulador de baixas temperaturas

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Hoje vi na TV que podemos escolher roupas para viagens internacionais e experimentá-las dentro de cabines climatizadas, com simuladores de temperaturas e umidades locais.

Nessa mesma loja há catálogos deslizantes em telas sensíveis ao toque dispostas nas paredes, além de leitor de código de barras capaz de somar e visualizar o preço de centenas de peças de uma só vez.

Fiquei encantada e absurdada ao saber como estamos evoluindo na tecnologia, mas ainda tão pouco em educação social. Nossas ruas sujas e nossa mania de buzinar ainda incomodam. O Pacaembu também é um bom exemplo de beleza pura e odor animal.

Estive pensando também como pode a FAAP formar alunos praticamente dentro de um museu de arte mas não promover sequer uma ambientação de seus alunos com as obras, nem incluir aulas de arte nos curriculums de todos os cursos.

É, ainda há muito o que se fazer. Às vezes a gente vai complicando, complicando e deixando as coisas mais simples para trás. Assim também é na vida. E por hoje é só.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Haja argumento!

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Pois é, entra ano e sai ano e é difícil convencer a todos os seres humanos que calçada não é lugar de cocô.


Então haja criatividade e paciência para criar um método inteligível!

Esse cartaz que encontrei ontem na Cajaíba abraça a causa de um jeito meio polêmico.

Eu não entendi como agressividade e sim como uma brincadeira de criança, que xinga a outra de "cara de cocô".


Acredito que seja interessante para ser exibida durante um tempo. Depois, pode pesar!