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quinta-feira, 2 de junho de 2011

Vai estudar Direito?

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Cheque as faculdades que estão com problemas no MEC:

http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=02/06/2011&jornal=1&pagina=50&totalArquivos=232

quinta-feira, 19 de maio de 2011

A mítica da FAAP

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Com a polêmica do metrô Higienópolis, cujo termo "pessoas diferenciadas" ficou em evidência, a mítica da FAAP como um reduto de milionários volta à tona.

Da mesma forma que a moradora de Higienópolis foi infeliz ao designar camelôs e comerciantes barulhentos como "pessoas diferenciadas", não é feliz quem chama os estudantes da FAAP de "ridículos".

Sim, talvez a FAAP seja a faculdade mais cara de São Paulo. Mas tem uma infra-estrutura excelente. Eu me formei lá. Não sou milionária nem me visto de forma ridícula, e nem me incomodava com quem usava salto alto ou alta costura. Ali éramos todos iguais, tanto os filhos de grandes empresários como os funcionários, professores ou quem quer que estivesse conosco. A gente podia ir de chinelo ou de sapato de couro de avestruz. Ninguém era barrado na porta por preconceito de qualquer gênero.

Todos os estudantes de lá são obrigados a fazer estágio e ganhar o salário de estagiário, mísero, cinco vezes menor que a mensalidade. Nenhum de meus colegas reprovados subornou a direção para passar de ano. E quando prestei vestibular, a prova da FAAP era uma das únicas escritas, assim como a da USP e a da UNICAMP. Os professores nunca faltavam nem ficavam falando sobre futilidades ou helicópteros.

Nunca presenciei nenhum episódio de constrangimento social, muito pelo contrário. Lá há um clima de glamour no ar, até por abrigar um Museu de Arte e estar situada num bairro nobre. Mas comigo estudavam filhos de comerciantes, autônomos e de profissões diversas: Tinha filho de político, de artista, de engenheiro, advogado, economista... Mas também tinha funcionário com bolsa de estudos, filho de costureira e taxista que pagavam os estudos de seus filhos com dificuldades. 

Lá passa ônibus sim e muita gente usa esse meio de transporte para chegar. Descem da Angélica, da Dr. Arnaldo e sobem da Avenida Pacaembu.

É muito chato ouvir falar mal da faculdade em que a gente estudou. Como se nosso diploma tivesse sido comprado à prazo, entre festinhas do Amaury Jr. e viagens pro Caribe... Antes fosse! Muitos formandos da FAAP trabalham no metrô, nas empresas públicas e privadas e são pessoas inteligentes, que se prepararam tanto para entrar lá como para conseguirem se manter no mercado de trabalho, tão competitivo.

Tem até gente falando sobre lata de lixo, pensando em limpar a sujeira da cidade, já que não são só os milionários da FAAP que sujam o meio ambiente com seus carrões... Brincadeiras a parte, nós que estudamos na FAAP somos vítimas de preconceito social, da mesma forma que os diferenciados. Mas lá não é clube, não, as pessoas tem que estudar sim, e até hoje eu participo de cursos ótimos que a FAAP ministra. Muitos são abertos também aos que não são ex-alunos, e quem tem essa imagem da FAAP deve ir lá pra ver que a FAAP é um lugar muito bacana, não é tão elitista nem tão enjoada como falam por aí. Agora mesmo está tendo uma exposição sobre a vida da Grace Kelly no Museu de Arte (imperdível). Outra sugestão é cursar a pós em "gestão do luxo". Chique de doer. ;-)

domingo, 1 de maio de 2011

Recebi esse e-mail e repasso. Especiarias caras, não?

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Impressionante...

NUNCA TINHA PENSADO NISSO...

Outro dia, entrei num supermercado para comprar orégano e adquiri uma embalagem (saquinho) do produto, contendo 3g, ao preço de R$ 1,99. Normalmente esse tipo de produto é vendido nos supermercados em embalagens que variam de 3g a 10g. Cheguei em casa e resolvi fazer os cálculos e constatei que estava pagando R$ 663,33 pelo kg do produto. Será que uma especiaria vale tudo isso?
Agora, com mais este exemplo abaixo de produtos vendidos em pequenas porções, fico com a sensação que as indústrias se utilizam "espertamente" desse procedimento para desorientar o consumidor, que perde totalmente a percepção real do valor que está pagando pelos produtos.
Acho que todos os fabricantes e comerciantes, deveriam ser obrigados por lei (mais uma?) a estamparem em locais visíveis, os valores em kg, em metro, em litro e etc. de todas e quaisquer mercadorias com embalagens inferiores aos seus padrões de referências. Entendo que todo consumidor tem o sagrado direito de ter a percepção correta e transparente do valor cobrado pelos fabricantes e comerciantes em seus produtos.
VEJAM O ABSURDO: Você sabe o que custa quase R$ 13.575,00 o litro? Resposta: TINTA DE IMPRESSORA! VOCÊ JÁ TINHA FEITO O CÁLCULO? Veja o que estão fazendo conosco. Já nos acostumamos aos roubos e furtos, e ninguém reclama mais.
Há não muito tempo atrás, as impressoras eram caras e barulhentas. Com as impressoras a jatos de tinta, as impressoras matriciais domésticas foram descartadas, pois todos foram seduzidos pela qualidade, velocidade e facilidade das novas impressoras. Aí, veio a "Grande Sacada" dos fabricantes: oferecer impressoras cada vez mais e mais baratas, e cartuchos cada vez mais e mais caros. Nos casos dos modelos mais baratos, o conjunto de cartuchos pode custar mais do que a própria impressora. Olhe só o cúmulo: pode acontecer de compensar mais trocar a impressora do que fazer a reposição de cartuchos.
VEJA ESTE EXEMPLO:
Uma HP DJ3845 é vendida, nas principais lojas, por aproximadamente R$ 170,00. A reposição dos dois cartuchos (10ml o preto e 8ml o colorido), fica em torno de R$ 130,00. Daí, você vende a sua impressora seminova, sem os cartuchos, por uns R$ 90,00 (para vender rápido). Junta mais R$ 80,00, e compra uma nova impressora e com cartuchos originais de fábrica.
Os fabricantes fingem que nem é com eles; dizem que é caro por ser "tecnologia de ponta". Para piorar, de uns tempos para cá passaram a DIMINUIR a quantidade de tinta (mantendo o preço).Um cartucho HP, com míseros 10ml de tinta custa R$ 55,99. Isso dá R$ 5,59 por mililitro. Só para comparação, a Espumante Veuve Clicquot City Travelle custa, por mililitro, R$ 1,29. Só acrescentando: as impressoras HP 1410, HP J3680 e HP3920, que usam os cartuchos HP 21 e 22, estão vindo somente com 5ml de tinta!
A Lexmark vende um cartucho para a linha de impressoras X, o cartucho 26, com 5,5 ml de tinta colorida, por R$ 75,00.Fazendo as contas: R$ 75,00 / 5.5ml = R$ 13,63 o ml. > R$ 13,63 x 1000ml = R$ 13.636,00
Veja só: R$ 13.636,00 , por um litro de tinta colorida. Com este valor, podemos comprar, aproximadamente:

- 300 gr de OURO;
- 3 TVs de Plasma de 42';
- 1 UNO Mille 2003;
- 45 impressoras que utilizam este cartucho;
- 4 notebooks;
- 8 Micros Intel com 256 MB. Ou seja, um assalto !

Está indignado? Então, repasse este e-mail adiante, pois os fabricantes alegam que o povo não reclama de nada.

domingo, 3 de abril de 2011